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A necessidade vital do tema, a beleza e caráter bíblico das exposições, a profundidade das considerações e a variedade dos ensinos práticos, são alguns dos motivos pelos quais muito recomendamos a leitura, em oração, deste preciosíssimo livro que o Senhor agora nos concede compartilhar com muitos irmãos, e com todos aqueles a quem ao nosso Deus aprouver.

Precisamos de orações vivas e de vidas de oração. A oração é para a alma o que a respiração é para o corpo. Pelos movimentos desta respiração celeste, entendemos que há vida, que estamos vivos; ou não. Precisamos de homens dispostos a orar, e não a pecar.

A oração é uma parte natural da adoração a Deus. Mas, para que possa ser aceita, deve ser feita ao único Deus verdadeiro, em nome do Filho, com a ajuda do Espírito, segundo a Sua vontade, com entendimento, reverência, humildade, fervor, fé, amor e perseverança (João 14:13-14; Romanos 8:26; 1 João 5:14).

Por que devemos orar? Oramos porque agradou ao Espírito Santo gravar nas linhas eternas da Escritura Sagrada, e isso de forma abundante, o mandamento positivo para que oremos, “sem cessar”, “em todo o tempo”, com “toda oração e súplica”, “vigiai, pois, em todo o tempo, orando”. Jesus ensinou Seus discípulos a orarem sempre e nunca desfalecer (1 Tessalonicenses 5:17; Efésios 6:18; Lucas 21:36, 18:1; Salmo 86:3; 2 Timóteo 1:3; Atos 6:4).

Por que orar se Deus é soberano e decreta o fim desde o princípio, e já decretou de antemão tudo que acontecerá (Isaías 46:10; Salmos 135:6, 115:3; Provérbios 16:4)? É justamente o fato de Deus ser soberano e de fazer tudo que Lhe apraz, que torna possíveis as nossas orações; se nosso Deus não fosse soberano e nem fizesse tudo “segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo” (Efésios 1:9) de forma que algo ou alguém pudesse frustrá-lO ou impedi-lO (Isaías 43:13; Jó 11:10, 42:2) ou dizer-lhe: “Que fazes?” (Daniel 4:35), de que adiantaria pedir algo a um deus tal como este que não tem todo o poder para conceder a petição? Ou como eu agradeceria e louvaria a Deus somente por ter feito algo, se desconfiasse que Ele não o fez sozinho, ou que Ele é impotente para fazer algo à parte da vontade da criatura ou das circunstâncias? Agora, se Deus é soberano, todo-poderoso, justo, bom e sábio, eu oro, suplico e louvo porque eu sei que se Ele quiser o fará, e que operando Ele ninguém impedirá (Isaías 43:13). O Deus que decretou os fins desde o princípio decreta também os meios para alcançar estes fins, se os fins são decretos eternos, os meios (como por exemplo, as orações) também o são. Deus, em Sua providência ordinária, faz o uso de meios, e ainda assim é livre para operar sem, acima e contra eles, como Lhe agrade. Ora, Deus nos ordenou usar os meios: “portanto, vós orareis” (Mateus 6:9; 1 Tessalonicenses 5:17; Efésios 6:18; Lucas 21:36, 18:1). Assim, não podemos esperar que Deus nos abençoe, nem que estejamos fazendo Sua vontade, se não estamos usando os meios que Ele mesmo prescreveu a nós em Sua Palavra, mas, antes, desprezando-os.

Assim disse o Senhor Jesus: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai” (Mateus 6:5-15). Aqui, o Senhor não especulou a respeito da possibilidade de os Seus seguidores orarem em secreto ou não, Ele não diz “se talvez orares”, “se quiseres orar”, “se tiveres tempo para orar”; não, o Senhor diz: “quando orares”, a oração secreta e constante na vida dos verdadeiros seguidores de Cristo não é uma possibilidade, é uma certeza plena. Jesus sabia muito bem que os Seus orariam…

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