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Seria o culto a atividade mais importante na qual o cristão pode participar? O Breve Catecismo de Westminster parece indicar sem dúvida que é. Sua pergunta e resposta de abertura afirmam que: “O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. No culto público, no Dia do Senhor, os crentes glorificam a Deus e dele desfrutam de forma apenas comparável ao culto em que todos os santos tomarão parte no final dos tempos, no novo céu e na nova terra. Porque, no Dia do Senhor, quando os crentes se reúnem com os demais membros da sua congregação na presença de Deus, eles também se ajuntam às hostes invisíveis de anjos e santos, antecipando, assim, o culto que caracterizará a vida deles na Jerusalém celestial.

Parece que hoje tanto os presbiterianos como os protestantes reformados perderam o senso de importância do culto corporativo. Muitos pastores, teólogos e líderes leigos encontram-se tão preocupados em glorificar a Deus durante o resto da semana — seja em artes, ciências, educação, negócios, ou política —, que perderam de vista a singularidade do culto público.

Estar convencido da importância do culto público é uma coisa; participar dele com entendimento é outra. No entanto, as duas coisas estão notavelmente inter-relacionadas, como mostra o livro a seguir. Jon Payne, com habilidade, guia os leitores ao longo das várias partes do culto explicando por que essas atividades constituem o culto reformado, e não é só isso. Ele também descreve criteriosamente por que os presbiterianos cultuam da forma como cultuam. Dessa maneira, Payne propicia um relato convincente e edificante do culto reformado histórico. Aqui, os cristãos encontrarão uma ajuda magnífica para a parte mais significativa de cada semana.

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